À Noite Logo se Vê
✔Verified© Official carla Vidal®
sábado, março 16, 2019
Voltei.... Tenho mais de 4000 mensagens... Sabem que sempre fui distraída e sempre fui uma pessoa que desisto das coisas quando elas me saturam....estive a viver uma verdadeira aventura numa página social... Uma loucura.... Irei continuar a história da Inês e Helena... Desde 2007 que tento ser participativa mas.... 5 anos sem escrever... Sem dizer nada... Foi como se tivesse passado por um momento de melhoramento pessoal.... Vamos então dar início a um novo início
sexta-feira, fevereiro 21, 2014
Momento
A pessoa que não pode viver significativamente hoje não o pode esperar levar uma vida brilhante amanhã . Não importando que grandes planos a pessoa possa fazer, se não valorizar cada momento, será o exatamente como muitos castelos no ar. Todas as causas no passado e todos os efeitos no futuro estão condensados dentro do momento presente da vida. Se melhoramos ou não o nosso estado de vida neste momento, determinar se podemos expiar as maldades que causamos desde o infinito passado e se seremos capazes de acumular a boa sorte que permanecer por toda a eternidade.
quinta-feira, fevereiro 20, 2014
Pergunto-me, pergunto-te, "ainda ouves a minha voz no teu pensamento?" ou ficou um vazio no lugar que as minhas palavras ocupavam?! Será que esta dúvida continuará dias e dias sem conta já?! Não te vou contar que quando um dia a ansiedade apertava, um homem eu vi e eras tu. Sentado naquele banco, cabelos caídos, livro na mão. Eu sabia que eras. Essa imagem motrou-me sempre que poderias aparecer novamente. Era um dos teus sonhos confusos e delirantes que te trouxe. Imagino-me muitas vezes - demasiadas talvez - a escrever-te cartas, sem... sim, sabes, sem fim. Não entendo o porquê de eu ser assim, de lidar com a espera. Mas, eu mereço mais. Tu não sabes, mas eu conheço-te bem. Eu sei que o poço onde te escondeste é proporcional aos livros que leste. Enterraste-te nessa ideia que só me contatas quando e se. Coisa parva, coisa estúpida. Soltava agora uma caralhada, tu rias-te, surpreendias-te e ficávamos.
Psiuuu...Hey
A culpa é tua. (Culpa esta tão ... que também tenho.) Não há sono em mim. Noites dadas à "insónia da coisa". Imagens circulam e, por mais que o tempo passe o sentimento é o mesmo, o pensamento mantem-se. Sabes lá o que é espreitar os nenúfares à espera que me devolvam aquele momento natalício. Sabes lá tu a literatura que circula por estas gavetas. Não sabes, saberás, mas gostrias de saber já. (Sorriso secreto.) Uma vez, a referência a um "You" que teria sorte ficou-me. Lembras... Passados tantos e tantos meses, quem diria que me ficarias assim. Ficaste mesmo. Ergue-te! É aquele grito que dás e o choro que não contiveres mais que te vai libertar dessa coisa grande que te levou para um estádio de inércia perante aquela que te sugava pouco, mas sim, numa gigantesca onda de positividade. Sabe,o vulcão aguarda-te como és. Quem diria que o invúlucro te destacaria de uma coisa qualquer chamada vida real, vida de antes e ainda me pergunto como é que um afastamento repentino foi permitido por ti. Onda de azar, sim, porra, mesmo mesmo merda. Entretanto, ouço uma ou outra música (muitas vezes) que ouvirias e terás que descobrir, porque a luta é trepar por este prédio acima, carago. Não, não quero que pares novamente em sítios de tormenta.
domingo, janeiro 26, 2014
Troca a Conversa
Parece quase como aquela expressão "o feitiço virou-se contra a feiticeira". Andei a camuflar, a camuflar, em camadas e mais camadas, não fosse eu a parente mais próxima do ogre e eis que agora, é-me difícil ser eu a descodificar. Códigos, códigos e mais! Vinde a mim, de Marte, de Vénus, ou de uma Terra qualquer. Pronto, já barafustei, portanto, deixa-me gravar na mente mais um apelo à sabedoria e logo a seguir pintar a minha mão que te abre uma janela custosa mas poderosa, cujo poder só se é ganho pelo tempo em que se sobreviveu. Antes que passe mais uma charrete imaginária no mundo dos jogos aldeões, hei de olhar para a montanha e fitá-la! Danada, pôs-se a trocar correspondência com uma ilha armada em península! Queria ela ter as amarras que me soltaram, embora ninguém queira um espaço de tempo sem limites de sobrevivência. Canta-se lá fora. Aves que desconheço. Houve alguém que as contou em tempos, não estas, mas umas que piavam estrangeiro. Quero-te de olhos bem abertos, ou não. Rebola a menina-do-olho, que aprendo e escrevo pela primeira vez. Antes todas as praias sejam todas tuas, virgens, assim como os barcos que descansam na areia enquanto vens a correr comprar o sêlo, porque não podia passar tempo despropositado. E ainda estranhavam quando me grunhiam e eu quase lhes berrava... realmente, há que se perder numa cousa qualquer... passados, pretéritos, reconheço-os, analiso-os, mas só servem para fazer conversa. Conversemos, então, que o Sol está a pôr-se e eu gosto.
Subscrever:
Comentários (Atom)
