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quarta-feira, março 23, 2011

Dez de Copas

Meu amor kármico:

Se te pedir, com a voz embargada que me escrevas um texto, palavras tuas, sentidos nossos, escreves?
Se te murmurar noite dentro, que me embales o coração, que serenes as feridas, embalas?
Se te quiser, se te beijar sem barreiras, tomas-me?
Se te desejar, se te quiser dentro de mim a pulsar na imensidão do espaço, fazes amor comigo?
Se te ansiar, se te estender as mãos frágeis, recrias-me?
Se te implorar, por favor, por favor meu amor, não partas... Ficas aqui? No silêncio da felicidade eterna?

Se nascer de novo, num novo ciclo, amas-me como em todas as nossas vidas?