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terça-feira, agosto 08, 2006

.:Pára!

Fantasma dos meus dias, és a névoa que me tapa o sol. Porque não apareces quando te quero? Porque sofro quando não estás? Porque sorrio quando te vejo? Porque corro sem o teu desejo? Quando quero sei que não estás, quero sempre porque te quero, choro sempre porque que não vens, nos teus braços sinto que tens, o negro da minha alma. Quando brilhas eu não te vejo, corro em busca desse lampejo, roubas-me o ser e volto à calma. Lembro-me porque não te esqueço, tento esquecer mas sei que não posso, morde-me o cansaço e adormeço, quero que digas que este romance é nosso.